sexta-feira, 8 de março de 2013

Sem Chávez, a tarefa dos marxistas continua a mesma: completar a Revolução!


O introdutor do marxismo na Rússia do século XIX, Plekhanov, em seu ensaio “O papel do indivíduo na História” nos explica que “O grande homem é grande não porque suas particularidades individuais imprimiram uma fisionomia individual aos grandes acontecimentos históricos, mas porque é dotado de particularidades que o tornam o indivíduo mais capaz de servir às grandes necessidades sociais de sua época, surgidas sob a influência de causas gerais e particulares.”

Sob este ponto de vista marxista, Hugo Chávez foi um soldado da revolução venezuelana. Sua posição, seu posto, suas relações, sua determinação, coragem, inciativa e outras particularidades fizeram dele o indivíduo que servia a uma grande necessidade de transformação social de todo um país. A revolução venezuelana foi e é construída cotidianamente por milhares de anônimos, mas é inegável o papel decisivo de Hugo Chávez em todas as suas fases. Seu papel foi tão determinante, que a sua ausência agora torna absolutamente imprevisíveis os desenvolvimentos da revolução nos próximos dias. Entretanto, outros “grandes indivíduos”, dotados de particularidades historicamente necessárias, hão de surgir. A luta segue.


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Um comentário:

  1. Os homens fazem a história, escreve Engels, quaisquer que sejam os rumos desta, perseguindo cada qual os seus próprios fins propostos conscientimente, e o resultado destas numerosas vontades, projetadas em diversas direções, e da sua múltipla influência sobre o mundo externo é precisamente a história”. - O PAPEL DO INDIVÍDUO NA HISTÓRIA - Plekhanov. Grande referência.

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