segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Não à criminalização dos estudantes da USP


Na terça-feira (5/2) o Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia à Justiça contra 72 estudantes que ocuparam o prédio da Universidade de São Paulo (USP), no final de 2011. Os estudantes são acusados de desobediência, formação de quadrilha, pichação, dano ao patrimônio público e manipulação de artefatos explosivos. As acusações podem levar a seis anos de prisão.


Em 2011, estudantes da USP lutaram contra a existência da PM, que estava associada à defesa da “ordem” e da propriedade privada, que é contrária a qualquer manifestação ou luta dos trabalhadores e jovens. 

No caso da USP, o convênio da Reitoria com a PM fazia parte do projeto de privatização da universidade pública (afinal, quando as fundações privadas e parcerias público-privadas entram na universidade pública, é preciso que a polícia se faça presente para defender os interesses destes) e servia para reprimir o movimento estudantil e sindical dentro da Cidade Universitária.

Mesmo que discordamos da atitude de uma minoria que prejudicou o movimento ao realizar uma assembleia menor ignorando a assembleia da maioria (Relembre em http://www.juventudemarxista.com/2011/11/o-diretorio-central-dos-estudantes-dce.html), não podemos aceitar que os nossos inimigos de classe (justiça burguesa e a polícia) intervenham e condenem qualquer estudante.

A Juventude Marxista está incondicionalmente ao lado dos estudantes denunciados e contra a criminalização do Movimento Estudantil, armado pela burguesia e seus aparatos. Assim, repudiamos qualquer tipo de repressão aos movimentos sociais. 


Pela livre organização e luta do Movimento Estudantil! Abaixo a repressão! 

Contra qualquer tipo de criminalização da luta dos trabalhadores e da juventude!

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