segunda-feira, 18 de junho de 2012

Violenta repressão na UNIFESP


A greve nas universidade federais cresce a cada dia e tem chamado a atenção para os problemas que afetam os professores, funcionários, estudantes e a educação superior pública do Brasil, apesar da censura imposta pelos grande meios de comunicação. Porém, feito um tubarão - que identifica o sangue na água mesmo a quilômetros de distância – bastou um confronto com a polícia, para que a mídia divulgasse “a baderna” promovida pelos estudantes da Universidade Federal do Estado de SP (UNIFESP), na tentativa de justificar a violenta repressão que se abateu sobre o movimento estudantil.

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Um comentário:

  1. Declaração UNE:
    http://www.une.org.br/2012/06/liberdade-imediata-aos-estudantes-da-unifesp-abaixo-a-pm-de-sao-paulo/

    Notícia e vídeo no Brasil de Fato:
    http://www.brasildefato.com.br/node/9829

    Globo repercutindo a soltura dos estudantes:
    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/06/estudantes-da-unifesp-sao-soltos-apos-decisao-judicial.html

    Nota da JPT:

    Nota da JPT em repúdio à ação da PM-SP e de solidariedade aos estudantes da Unifesp

    A criminalização dos movimentos sociais mostrou sua cara mais uma vez. Na noite do dia 14 de junho, a PM-SP agiu novamente de maneira brutal e violenta contra estudantes, agora no campus Guarulhos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os disparos com balas de borracha na altura da cabeça atingiram o rosto de um estudante, o que demonstra o despreparo e a imprudência policial. Foram detidos 26 estudantes, que foram encaminhados à Polícia Federal, na Lapa, em São Paulo, e liberados na noite do dia 15.

    A manifestação estudantil fazia parte da greve que dura mais de 80 dias no campus, reivindicando principalmente infra-estrutura e assistência estudantil. A JPT entende as reivindicações do movimento como legítimas e necessárias para que o processo de expansão das universidades federais tenha garantida sua qualidade acadêmica. Consideramos que nenhuma atitude do grupo de estudantes que se manifestava justifica a truculência policial e o desrespeito aos direitos humanos.

    Neste sentido, repudiamos veementemente a presença da polícia militar no campus universitário, condenamos sua conduta na ação e nos solidarizamos com os estudantes da Unifesp, que, assim como nós, lutam por uma universidade pública, gratuita e de qualidade.

    Aproveitamos para convocar a militância da juventude petista para participar do ato que o movimento convocou para o dia 18, segunda-feira, em São Paulo, na Av. Paulista (MASP), às 16h, em repúdio à PM-SP e contra a criminalização dos movimentos sociais.

    Abaixo a repressão!

    Pelo fim da criminalização dos movimentos sociais!

    Rio de Janeiro, 16 de junho de 2012

    Executiva Nacional da JPT

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