terça-feira, 1 de maio de 2012

Hélio "do casseta" e as cotas raciais

Não precisamos competir. Precisamos nos unir lutar por direitos iguais, que dizer, vagas para todos na universidades públicas!

A Juventude Marxista entende que as mais importantes conquistas dos negros são inseparáveis das conquistas e lutas da classe trabalhadora como um todo. Não concordamos com legislações racialistas que visam distribuir os direitos sociais e serviços públicos segundo a cor da pele das pessoas. Para nós, a luta por igualdade é, antes de tudo, a luta pelos meios materiais para superação das desigualdades.

A juventude brasileira não precisaria competir pelas vagas nas universidades públicas se o governo investisse o que deveria na educação, isto é, se invertesse a lógica perversa de que a maior parte do orçamento é priorizada para pagamento dos juros da dívida pública e não para os serviços públicos. É essa a nossa luta! A UNE, UBES, DCE`s e Grêmios não podem baixar a bandeira pela universalização do acesso ao ensino superior. E algumas pedidas concretas podem começar esse processo hoje, agora. Devemos exigir que o Governo Dilma atenda já a campanha de 10% do PIB para a educação; e estatize as universidades particulares em crise que recebem dinheiro público. Com essas medidas começaríamos a atacar de verdade os grandes problemas que excluem os pobres (e por isso a maioria dos negros) de acessar o direto ao ensino superior público.

Não as cotas raciais!
Somos irmãos trabalhadores!
Combater o racismo, lutar por igualdade e pelo Socialismo!


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