segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Amy Winehouse




Terminei de ler a biografia de Amy Winehouse. Escrita por Chas Newkey - Burdens, que é colunista do Jornal inglês The Guardian. O livro foi escrito, em 2008 quando Amy ainda estava viva. Gosto muito de Amy Winehouse, mas não sou um grande conhecedor de música, apenas gosto do que ela fazia.

Após a leitura pude entender onde ela buscava inspiração E diferente do que muitos pensam, ela não era uma drogada louca. Sua música retratava sua vida. Frank, seu primeiro disco conta, entre outras coisas, seus problemas com o namorado e sua infidelidade. Seu segundo disco, Black to Black, retrata um período triste de sua vida. “Eu estava muito magoada, mas dei um jeito de tirar proveito dessa situação ruim”, afirma Amy no livro.

Para mim, a música de Amy consegue expressar os sentimentos de forma que você sinta o mesmo que ela sentia ao ouvir sua música, seja algo bom ou ruim. É sempre intenso, talvez seja isso o que tenha encurtado sua vida.

O tédio, a tristeza e os problemas com o trabalho a levaram às drogas e à morte. E a mídia se aproveitou muito disso. Afinal, é alguém com talento que dá vexame. Que faz o que muitos de nós fazemos, mas por ser famosa é notícia, e notícia vende.

O autor tentou com o livro denunciar os excessos da mídia e ressaltar o lado meigo da cantora. Mostrá-la de forma diferente do que as fotos e fofocas muitas vezes mostraram. Não é o melhor livro que já li, mas serviu para conhecer um pouco mais essa talentosa cantora.

João Diego
Estudante de Jornalismo
Militante da Juventude Marxista de Joinville
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