terça-feira, 23 de agosto de 2011

Khadafi caiu. O povo deve se erguer contra a burguesia e o imperialismo!

No artigo que publicamos horas atrás dizíamos que a ditadura de Khadafi estava por um fio!
As tropas insurretas, após duros combates, tomaram o refúgio do ditador. Khadafi caiu!

Os trabalhadores e jovens de todo mundo certamente saudarão esta vitória! Todos esperam que os irmãos operários, jovens e combatentes revolucionários líbios acabem de vez com o regime burguês e avancem na via revolucionária para ajudar a erguer a Republica Socialista dos Conselhos dos Povos Árabes e por fim a toda exploração e à dominação imperialista.


A Esquerda Marxista no dia 18 de março declarava:

“....consideramos inaceitável a abstenção do Brasil no Conselho de Segurança da ONU – o Brasil deveria votar contra a intervenção, ainda que esta posição fosse minoritária. Afinal, se como declarou o representante brasileiro, havia o temor que isso aumentasse mais os confrontos, como justificar a abstenção? Aliás, enquanto a resolução fala diretamente em “exclusão aérea” e exclui “tropas de ocupação” permite, se bem lida, o envio de tropas e “assessores” para “ajudar” (na verdade, sufocar) o povo.

Nós sabemos: a intervenção na Líbia é mais uma tentativa de destruir a revolução árabe. Como o é a intervenção da Arábia Saudita no Bahrein. Mas, a revolução, uma vez iniciada, não vai se deter frente a estes revezes. O povo e os trabalhadores líbios sofrem com a repressão de Khadafi e vão sofrer ainda mais com os imperialistas.

Lembramos a hipocrisia que representa eles dizerem que esta intervenção é em defesa do povo árabe, do povo líbio: afinal, quando do massacre perpetrado pelo Estado de Israel contra o povo palestino da Faixa de Gaza, o Conselho de Segurança da ONU nunca discutiu uma “zona de exclusão aérea” contra Israel ou o abate de seus aviões.

Nós temos convicção da força das massas. Por isso, continuamos apoiando a revolução árabe, a revolução na Líbia e criticamos os que no interior da revolução defendem a intervenção imperialista da ONU e da OTAN na Líbia e levantamos bem alto:

• Abaixo a intervenção imperialista na Líbia!


• Abaixo Khadafi e todos os ditadores!

• Viva a revolução árabe! Viva a revolução socialista!”

Agora os trabalhadores e revolucionários de todo mundo devem apoiar a luta do povo líbio para que ele avance na direção de um governo que emane das organizações dos trabalhadores, dos comitês de auto defesa e das organizações populares. Só um governo desse tipo poderá governar em nome do povo e garantir a sua unidade contra os exploradores.

A presidente Dilma deve exigir que a ONU interrompa imediatamente suas operações militares e cesse todos os bombardeios contra a Líbia. O povo líbio deve decidir soberanamente seu destino.

Fora imperialismo! Unidade revolucionária dos povos árabes pela vitória da revolução. Os trabalhadores líbios devem tomar em suas mãos os grandes meios de produção, bancos e todas as terras da burguesia. Devem construir seus sindicatos e estabelecerem o controle operário, construindo seu partido independente, o partido que abrirá a luta pela revolução socialista e conduzirá a revolução à vitória final.

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