sábado, 30 de julho de 2011

A "guerra" diária dos professores e sua greve no Rio de Janeiro

Por um morador chamado Bruno

Hoje podemos ver em todos os jornais a notícia de que o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, cortará os pontos dos professores que estão em greve. Isso se dará por decisão do Desembargador Manoel Aberto dos Santos.

Os professores estão parados desde o dia 7 de junho e até agora só tiveram 2 reuniões com a SEEDUC (Secretaria de Educação- RJ). Uma categoria que tem bons professores que recebem R$ 765,66 por mês em péssimas condições de trabalho. Eles fazem mais que uma greve, fazem sim uma guerra diariamente.

Um comentário:

  1. A metáfora é bastante adequada, Bruno.

    É uma guerra em que os professores não sabem quem são os mocinhos e os bandidos, já que têm que dar respostas a jovens perdidos em uma sociedade que não tem nenhum valor a oferecer.

    Frustrados com o discurso demagógico que coloca a educação como prioridade apenas na propaganda eleitoral e nos projetos faraônicos para facilitar o desvio de verbas, os professores são a expressão viva do fracasso escolar: sem carreira, sem reconhecimento e com alunos socialmente condicionados para não quererem aprender.

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